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Vou ver quebrando regras 2 e A fera, mais tarde volto []

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Léo Verão - Gosto Tanto.

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“Você deveria ao menos tentar, não acha? Eu prometo que te faria muito feliz. Prometo tirar todos meus finais de semana para alugarmos filmes de terror, e assim você ficaria com medo e encostaria do meu peito para se “proteger”. Prometo sair de mãos dadas contigo para todo o canto que formos, afinal não pararíamos em casa. Prometo matar aulas pra ir na sua casa, e, e, e… e faríamos qualquer coisa. Prometo mandar sms de “bom dia minha princesa” e “boa noite” também. Não ficaria zangado quando tu demorasse nas lojas escolhendo vestidos. Prometo mandar flores quando sentir sua falta. Prometo pedir desculpas mesmo estando certo. Eu te abraçaria quando tu estiver me dando tapas por ciúmes, e enxugaria suas lágrimas com meus dedos, mas com cuidado para não borrar sua maquiagem. Te emprestaria minha cueca quando você saísse do banho e não tiver roupa por perto. Prometo fazer palhaçadas na hora que você estiver brava, mas tu fica tão linda assim, digo… ainda mais. Prometo fazê-la sorrir, para que eu também possa. Prometo te ensinar andar de skate, e até já levaria um band-aid, para quando você se machucar. Na nossa sala e quarto será repleta de fotos nossas. Prometo dizer “eu te amo” todos os dias. E no dia que estivermos brigados, gritarei na sua janela, fazendo juras de amor, até você me abraçar e dizer que está tudo bem, de novo. Você pediria tudo que visse pela frente com aquela carinha meiga, e eu sem pensar compraria. Prometo não sermos aqueles casaizinhos briguento, pelo contrário, bem clichê. Eu te prometo tantas coisas…”
— Promessas, jardineiro.  (via j-a-r-d-i-n-e-i-r-o)
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“Café quente, chuva na vidraça, cobertor, chocolate em barras, teu beijo, teu abraço, tua voz e feriado são algumas coisas que gosto muito, que eu amo.”
— Caio Augusto Leite (via sibilar)
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Carta encontrada dentro do bolso de uma suicida.

O ato de “sentir” não cabe em mim. Na realidade, nada mais cabe em mim. Sou apenas mais uma pessoa abarrotada de cansaço nesse mundo. Eu disse adeus, e ninguém percebeu, como sempre. Eu sussurrei por anos e anos, que precisava de ajuda, mas ninguém foi capaz de perceber, e então resolvi dizer adeus, pobres coitados, disseram-me que eu queria apenas chamar atenção. Pergunto-me se a essa altura consegui finalmente chamar a atenção de alguem. Será mesmo? Será que para chamar a atenção de alguém eu não precisava gritar, ou chorar… Eu não precisava nem ao menos falar e sim, morrer? Lamentável. Lamentável descobrir que enquanto respirava era apenas um peso morto no mundo. Pessoas costumam dizer que a vida é bela, meus olhos nunca foram capazes de enxergar essa beleza. Meus olhos na realidade enxergaram somente a escuridão, o breu, a falta de luz. O tempo todo, o tempo todo eu só consegui ver coisas que me deixaram angustiada, triste e solitária. Mamãe, papai acreditem em mim, por favor, acreditem em mim quando digo que tentei viver. A culpa não é de vocês, nunca será de vocês, afinal entregaram-me todo o amor do mundo, algumas ausências em datas especiais, broncas sem precisão, mas nunca me negaram tudo o que eu precisava, porém eu não fui capaz de me contentar com tudo o que tive. Sei que ouviam meus soluços durante a noite, meu desinteresse pelos estudos, as marcas escuras abaixo dos olhos. Desculpem-me por não ter sido a filha perfeita, ou a garota que sonharam, desculpem-me sinceramente por não ter suportado a dor. Acho que nos últimos anos me envolvi num buraco, que pouco a pouco foi ficando mais profundo, até que então não consegui mais sair. É triste eu sei, sei que devem estar chorando a está altura, mas foi a minha decisão, vocês sempre me disseram que eu teria de crescer um dia, e crescer requer tomar decisões. Eu cresci, finalmente, eu cresci e tomei a decisão de não fazer mais parte desse mundo. Adeus; apesar de tudo eu amo vocês.